O transporte público londrino

O METRÔ DE LONDRES
Chamado carinhosamente de The Tube, é o meio de transporte mais utilizado pelo ingleses, uma vez que é um dos maiores sistemas de metrô do mundo com mais de 260 estações.

O mapa do metrô é uma obra de arte abstrata. É impossível entender nos primeiros dias. O que você precisa saber antes de mais nada é: adquira seu Oyster. Com um depósito de £5 (basta devolver depois para ter seus cinco pounds de volta, calma), você pode tanto optar pelo travelcard que dá direito a viagens ilimitadas durante sete dias (£33), quanto pagar a tarifa conforme usar (pay as you go). Válido em ônibus, no metrô – o underground – e também em alguns percursos de trens. Com o Oyster, o metrô custa £2.50 cada trecho na Zona 1, a zona mais central – ao invés de £4.90 em bilhete comum – e £1.50 nos trechos de ônibus. * preços de 2017

Linhas do metrô mais usadas por turistas:

Central Line  inclui as estações Notting Hill Gate, Holborn, St. Pauls e a Oxford Circus – uma  das mais tumultuadas da cidade. Dica: desça na próxima estação, a Bond Street para evitar a multidão.
Jubilee Line – linha mais recente e moderna, use-a para visitar o London Eye (Waterloo Station) e o Palácio de Buckingham (St James Park ou Green Park).
Northern Line – com estações no norte e no sul de Londres, é a linha para chegar até Camden Town.
Piccadilly Line – Tem acesso ao aeroporto Heathrow, zona 6; Russel Square onde fica o British Museum; Covent Garden, Leicester Square e Piccadilly Circus são lotadas, tente usar uma antes ou uma depois.

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Londres como é dividida em Zonas. São seis no total, mas as agitações da cidade se concentram na Zona 1 principalmente, e na Zona 2. Os bilhetes do metrô variam de preço de acordo com o período (diário, semanal ou mensal) e com o número de zonas a serem cruzadas. Vale a pena comprar o Oyster Card se permanecer mais do que quatro dias. Com ele você economiza boas libras em cada viagem e pode carregar pela internet. Além do mais, o Oyster permite viagens inclusive no DLR (Docklands Light Railway), um metrô moderno de superfície que serve o leste de Londres.

  • Em Londres, algumas estações de metrôs e trens não possuem catraca. Por isso, se aparecer um fiscal é bom ter em mãos o seu bilhete ou Oyster Card. Caso contrário, você pode levar multa.
  • Na maioria das estações,  você pode pegar gratuitamente um mapinha do metrô
  • Os principais pontos turísticos estão em uma área envolvida pela Circle Line e quase todos os demais se encontram próximos a estações de metrô.
  • Diversas estações oferecem Wifi gratuito.
  • As oito principais estações de trem em Londres são: Charing Cross, Euston, King’s Cross, Liverpool St., Paddington, St. Pancras, Victoria and Waterloo. Todas elas têm conexão com o metrô.
  • Bilhetes avulsos custam bem mais caros, valem a pena apenas se você ficar pouquíssimo tempo em Londres e usar diversas vezes por dia
  • Crianças com até 10 anos não pagam passagem. A partir de 11 a 15 anos, é possível solicitar o Young Visitor Oyster Card. Durante 14 dias, as passagens poderão custar  50% a menos. 
  • O metrô funciona a partir das 4h40 dependendo da estação. Desde o agosto de 2016, algumas linhas passaram a funcionar 24 horas sextas e sábados.
  • LEMBRE-SE de sempre aguardar o desembarque das pessoas antes de embarcar principalmente no metrô ou levará uma boa bronca.
  • Uma das mais importantes leis não escritas de Londres é permanecer do lado direito na escada rolante. Jamais fique parado distraído no lado esquerdo. Essa parte é reservada para quem quer subir na pressa.

Tube

OS DOUBLEDECKERS

Apesar do sistema de transporte não ser 100% perfeito, raramente os ônibus são absurdamente lotados como no Brasil. Aqui eles funcionam e transportam as pessoas de forma humana. É também o meio mais barato de transitar pela cidade e ver Londres pela janelinha.

  • Não há passes de ônibus, para utiliza-los é necessario ter um Oyster.
  • A placa do ponto de ônibus mostra a direção e as linhas que param ali, além da frequência e quanto tempo leva em média até cada parada.
  • As linhas são indicadas por um número – rotas noturnas terão um N na frente.
  • Caso precise deslocar-se depois da meia-noite, quase todas as rotas de ônibus noturnos partem de Trafalgar Square e funcionam toda a noite, mas com freqüência escassa.

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Mais sobre o Oyster

  • O Oyster card não tem prazo de validade e pode ser usado não só no metrô, mas em ônibus, trens, DLR, Overground, River Bus, TFL Rail e no Emirates Air line.
  • Há vários tipos de bilhetes, semanais e mensais, apenas para ônibus e para cada zona específica.
  • Na opção de pay as you go, mesmo se usar mais de 10 vezes num dia, você gastará não pagará por todos esses trechos. Independente da quantidade de vezes que usar, o Oyster cobra um valor máximo (capping) de acordo com as zonas que você transitou.
  • Para saber como chegar, qual linha pegar e quanto tempo até seu destino, baixe o app Tube Map ou acesse o site da TFL.
  • É possível utilizar o Oyster para chegar ou vir dos aeroportos de Gatwick e Heathrow. Leia mais aqui.

 


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2 comentários em “O transporte público londrino

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